Unfollow terapĂȘutico - para alĂ©m das redes sociais
- Beatriz Santos - Psicologa ClĂnica e Orientadora Parental
- 15 de abr. de 2025
- 1 min de leitura

No Ășltimo post refletimos sobre o unfollow terapĂȘutico, neste, te convido a refletir sobre um outro tipo de relação.
Este ano visitei muitos mĂ©dicos e tive experiĂȘncias Ăłtimas e outras horrĂveis. EntĂŁo decidi que nĂŁo iria mais passar por isso, (nĂŁo com os mĂ©dicos que jĂĄ conheci) entĂŁo comecei questionar com quem eu continuaria no ano que vem.
Com quem realmente me identifiquei?
Com quem pude ser eu mesma?
Com quem pude fazer questionamentos de uma pessoa leiga e nĂŁo me senti culpada por isso?
Com quem eu nĂŁo me senti confortĂĄvel de tirar as dĂșvidas?
E o que eu considero mais importante, como foram dadas as respostas? Foram respeitosas?
E os assuntos difĂceis ou um diagnostico difĂcil foi abordado de que forma?
A gente acaba esquecendo que relação mĂ©dico e paciente nĂŁo precisa ser hierĂĄrquica nĂ©? NĂŁo precisamos nos sentir diminuĂdos perto deles e/ou amedrontados. Pelo contrĂĄrio... Mas talvez este seja um assunto para outra hora.
Podemos refletir sobre outros profissionais tambĂ©m. Como Ă© sua relação com a sua nutricionista? Se sente julgada pela forma do meu corpo? Se sente confortĂĄvel? Se sente acolhida? As propostas sĂŁo possĂveis e humanas?
O mesmo pode ser feito com as psicĂłlogas, profissionais de educação fĂsica (personal), esteticistas e etc.
Sei que muitos jĂĄ passaram por situaçÔes difĂceis, mas nĂŁo desiste nĂŁo, tĂĄ? TambĂ©m existem profissionais excelentes por ai, encontrei alguns que nĂŁo quero largar por nada!
Fica esperto hein, este conteĂșdo nĂŁo substitui a psicoterapia. Procure um profissional de psicologia!
Com carinho, Bia đŠ
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Beatriz Santos âą CRP 06/175488
